sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Todo Dia de David Levithan

Minha amiga, Juliana me emprestou esse livro (thanks Ju, bju!) hoje às 11 horas, mas somente 12:30h que fui começar a ler. Terminei a leitura faz uns cinco minutos eu acho, são 14:30 nesse exato momento.

O livro é narrado pelo personagem principal, A. Ele é diferente, mas não sabe o porquê de ser como ele é. Desde que se lembra ele acorda todo dia em um corpo novo.

"Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou. Mas também sou outra pessoa. Sempre foi assim."

Quando A está dentro da pessoa, ele consegui acessar suas memórias. Sempre sabe quem é, e quem são as pessoas próximas. E já esta acostumado com isso, mas todo dia ele tem de aprender a se portar como aquela pessoa, pois como ele mesmo diz: "É a vida, o contexto do corpo, que pode ser difícil de entender." Em um belo dia ele acorda no corpo de uma cara chamado Justin e se apaixona pela namorada dele.


"Todo dia uma nova vida. Todo dia uma pessoa diferente. Todo dia a paixão pela mesma garota."

E é assim que segui a narrativa, pela primeira vez ele quer interferir em outra vida, ele quer estar lá para ela. Mas todo dia ele é uma pessoa diferente, e a história se desenrola quando ele resolvi contar para Rhiannon quem ele é e como ele vive. No decorrer da história vemos a tentativa de se ajustar a essa paixão e querer mais e mais um vida normal. Até descobrir quem de fato é e saber que talvez ele não seja o único.

Eu gostei muito do livro, acho que o David Levithan escrevi muito bem. Confesso que fiquei confusa em alguns momentos, e muito chateada em outros. A história de envolve e de um jeito que você torce muito pro personagem conseguir se estabilizar digamos assim. Até elaborei na minha cabeça a seguinte teoria: A na verdade está em coma e está sendo tratado como um experimento por cientistas malucos, por isso que ele habita outros corpos como se fossem hospedeiros e sem prejudicar a saúde do verdadeiro dono do copo. Eu estou aqui perdida implorando por uma continuação. Não acho justo como terminou.

No decorrer do livro vejo algumas frases que se assemelham com o que realmente somos e como a maioria das pessoas se sentem.

"E o quão horrível dever ser confiar em alguém e ver a confiança desaparecer?"

"Simples e complicado, como a maior parte das coisas verdadeiras."

"Quando ninguém mais está por perto, nos abrimos para o espanto mais silencioso que a grandiosidade pode nos oferecer."

"Conhecimento é a única coisa que levo comigo quando vou embora."

"O relógio sempre faz tique-taque. Tem vezes que você não ouve, e outras que sim."

"Uma coisa é se apaixonar. Outra é sentir alguém se apaixonando por você, e sentir-se responsável por esse amor."

"O passado e o futuro são complicados. O presente é simples."



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