quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Série: Minhas 18 Primaveras - Tema 11


Essa é uma série de postagens com fotos, textos ou vídeos que trás 18 temas diferentes em 18 dias.
No final de cada postagem vai ter uma dica com referência ao próximo tema.
Ocorrerá no período de 08 à 25 de dezembro de 2013.

Confira o tema anterior:  Se Aventurando com as Fadas

TEMA de HOJE: O Último Olimpiano

No livro O Último Olimpiano, quinto e último livro da série sobre mitologia grega de Rick Riordan nos somos apresentados a Lady Héstia.

Héstia é a deusa grega do lar e dos laços familiares, simbolizada pelo fogo doméstico.
Filha de Cronos e Reia, assim ela era uma das doze divindades olímpico. 

Héstia era cortejada por Poseidon e Apolo, mas jurou virgindade perante Zeus, e dele recebeu a honra de ser venerada em todos os lares, ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer em paz, em seu palácio cercada do respeito de deuses e mortais.
Embora não apareça com frequência nas histórias mitológicas, era admirada por todos os deuses. Era a personificação da moradia estável, onde as pessoas se reuniam para orar e oferecer sacrifícios aos deuses. Era adorada como protetora das cidades, das famílias e das colônias.
Sua chama sagrada brilhava continuamente nos lares e templos. Todas as cidades possuíam o fogo de Héstia, colocado no palácio onde se reuniam as tribos. Esse fogo deveria ser conseguido direto do sol.
Quando os gregos fundavam cidades fora da Grécia, levavam parte do fogo da lareira como símbolo da ligação com a terra materna e com ele, acendiam a lareira onde seria o núcleo político da nova cidade.
Sempre fixa e imutável, Héstia simbolizava a perenidade da civilização.
Em Delfos, era conservada a chama perpétua com a qual se acendia a Héstia de outros altares.
Cada peregrino que chegava a uma cidade, primeiro fazia um sacrifício à Héstia.
Seu culto era muito simples: na família, era presidido pelo pai ou pela mãe; nas cidades, pelas maiores autoridades políticas.

Em Roma era cultuada como Vesta sendo filha de Saturno e Cibele. O fogo sagrado era o símbolo da perenidade do Império. Suas sacerdotisas eram chamadas vestais, faziam voto de castidade e deveriam servir à deusa durante trinta anos. Lá a deusa era cultuada por um sacerdote principal, além das vestais.

Espero que tenham gostado e no próximo tema teremos um pouco de história.



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